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Vergonha do futebol, até quando?

O crime organizado no futebol de Pernambuco. Até quando?

O crime organizado está definitivamente dando as ordens no futebol pernambucano. Elegeram o presidente do Sporte Clube do Recife e comandam as brigas, que têm até apostas na internet. Uma bagunça, uma vergonha sem tamanho, o poder público está rendido a esses falsos torcedores que se travestem com uniformes de torcidas organizadas. A polícia sabe de tudo, monitora, dizem, e não evita esse tipo de situação. Virou baderna. Não adianta falar, falar e nada fazer, só bla, bla, bla.



Tanta tecnologia hoje que a polícia se orgulha em mostrar, a governadora se orgulha em falar, são posts e mais posts sobre segurança, concursos, apresentação de turmas novas... e cadê a segurança? Será que a polícia se aparelhou tanto para dar tapa em bêbado na rua ou reprimir noiados e mendigagem? Investigam, botam escutas sem autorização em quem é assessor político, dizem, e os falsos torcedores reinam, matam, esfolam, tumultuam e nada é feito. Claro que trata-se de uma analogia, o trabalho da polícia não é só esse. Outra omissão é da federação pernambucana que não toma uma atitude com relação aos acontecidos, foge da alçada, mas não é só se posicionar com notas, e às vezes de pesar. Enfim, é uma vergonha o futebol de Pernambuco. Porto de Galinhas também, o que tem a ver? Tudo.


Em um dos vídeos, torcedores trocam agressões na região do Terminal Integrado do Barro, na zona oeste da cidade. Dois homens são espancados por torcedores com camisas do Santa Cruz. Há gritos de “aqui é Inferno”, em possível referência à torcida organizada Inferno Coral, do Santinha. A Polícia Militar informou que está apurando os incidentes.



Em Fevereiro de 2025 aconteceu até estupro na rua, durante o confronto entre torcedores do Sport e Santa Cruz. Como resultados, as organizadas dos três principais times da cidade assinaram um Termo de Ajuste de Conduta que proíbe acesso aos recursos dos clubes. À época, o acesso das organizadas também foi proibido por cinco partidas. Atualmente, as autoridades determinaram o mando de torcida única nos clássicos estaduais para tentar conter os episódios violentos. Não bastam essas medidas e isso está claro. A governadora cansa de repudiar e falar depois que acontece. Só lembrando, a polícia militar é polícia preventiva.


Vergonha do futebol, até quando?
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