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Ataque americano

América do Sul em risco

Situação está ficando perigosa. A Guarda Costeira dos EUA está em "perseguição ativa" neste domingo (21/12) a um navio petroleiro em águas internacionais próximas à Venezuela, disse uma autoridade americana à parceira da BBC nos Estados Unidos, a CBS News, enquanto as tensões na região continuam a aumentar.

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As autoridades americanas já apreenderam dois navios-petroleiros neste mês — um deles no sábado (20/12).

A perseguição deste domingo estaria relacionada a "uma embarcação da frota fantasma sancionada, que faz parte da evasão ilegal de sanções pela Venezuela", afirmou uma autoridade dos EUA.

"Ela navega sob bandeira falsa e está sob ordem judicial de apreensão."

Os EUA têm acusado navios que deixam a Venezuela de fazerem parte de uma "frota fantasma" que supostamente usa diversas estratégias para ocultar suas atividades.



Segundo Washington, essas embarcações integram redes usadas pelo governo de Nicolás Maduro para escoar petróleo no mercado internacional, apesar das restrições, muitas vezes com mudanças de bandeira, desligamento de sistemas de rastreamento e transferências de carga em alto-mar.

Neste domingo, sem mencionar ainda a terceira ação americana, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o país enfrenta "uma campanha de agressão de terrorismo psicológico e de corsários que assaltaram petroleiros".



O país — que abriga as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo — acusou o governo Trump de tentar roubar seus recursos.

As autoridades dos EUA ainda não confirmaram oficialmente a perseguição deste domingo, e o local exato e o nome do navio-tanque envolvido ainda não são conhecidos.

Até a semana passada, mais de 30 dos 80 navios em águas venezuelanas ou a caminho do país estavam sob sanções dos EUA, segundo dados compilados pelo TankerTrackers.com.

A apreensão de sábado envolveu um navio-tanque com bandeira do Panamá, abordado por uma equipe tática especializada em águas internacionais.

Essa embarcação não consta na lista de navios sancionados do Tesouro dos EUA, mas Washington afirmou que ela transportava "petróleo sancionado da PDVSA", a estatal de petróleo venezuelana.


Por Reuters


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